quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência, de afeição e doçura.
Sem essas virtudes, a vida será de violência.
E tudo será perdido.

Charles Spencer Chaplin


Sentimentos verdadeiros são necessários... Deixem-se de hipócrisia e egoísmo! Lutem por valores indispensáveis na vida... sejam leáis convosco e com os outros!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Não diria melhor...

Eu gosto, palavra de honra que gosto, daquelas pessoas que brincam muito. Tudo é uma brincadeira, tudo é uma piada. Oh pá mas que falta de sentido de humor, estava só a brincar. E depois há um dia em que [por brincadeira, claro está] se retribui a graça e arma-se logo ali a p*t@. Então. Ou bem que brincamos todos ou não brinca ninguém. Que falta de sentido de humor, gente


[retirado daqui]

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Tudo Passará


No momento presente nem sempre é possível vislumbrar a beleza do que nos espera. Tudo pode parecer frio, duro, difícil, amargo, impossível e insuportável. Mas, deixando a natureza fluir, a lei do karma actuar, tudo nos será devolvido mais quente, mais doce, mais simples e possível. Afinal tudo passa, tudo passará. Tudo!
 


Nunca compreendi os vazios acompanhados!
É como  ter a chave do céu e optar  pelo inferno.

(J. Antunes)
 
 
*[Iremos optar por qual chave?]

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Elogio Ao Amor

“Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
(...)
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”
Texto escrito há alguns anos por Miguel Esteves Cardoso in Expresso

Nem mais!

Sou uma ovelha negra, uma outsider ... e digo-vos: adoro.
Rebanhos? Não são para mim.

[retirado daqui]

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Humor

Pois, é!! Quem espera por THE PERFECT MAN bem pode sentar e esperar, esperar... Talvez um dia. Quiça!
Até acredito que possa haver uma pessoa perfeita para nós, embora tenha muitos defeitos. É preciso é percebemos as suas características e aceitá-las.
Eu sou a primeira a dizer: "Cuidado!!! Eu não sou perfeita :)!"


*Aiii... este dia nunca mais passa :/ Daqui a 2 meses aguarda-se mudanças bruscas nesta minha vida!! Para melhor? Eu sei laaaaaaa...